Como calculamos
Tudo vem de fontes oficiais e é recalculado toda noite, depois do fechamento. Última atualização: pregão de 27 de outubro de 2026.
De onde vêm os dados
- Cotações: arquivo COTAHIST da B3, com o fechamento de cada pregão, ajustadas por desdobramentos e grupamentos.
- Proventos: B3 (dividendos, JCP e rendimentos de FIIs) e informes dos fundos à CVM.
- Balanços: demonstrações (DFP e ITR) entregues à CVM; consideramos o consolidado e o lucro e o patrimônio dos controladores.
- FIIs: informes mensais e trimestrais da CVM (patrimônio, cotistas, imóveis e vacância).
- Taxas: Selic, CDI e IPCA do Banco Central (SGS).
Como calculamos
- P/L e P/VP: preço dividido pelo lucro por ação dos últimos 12 meses e pelo patrimônio por ação do último balanço.
- Dividend yield: proventos com data-com nos últimos 12 meses divididos pelo preço atual.
- ROE: lucro dos últimos 12 meses sobre o patrimônio líquido. Margens: sobre a receita líquida dos últimos 12 meses.
- EBIT: resultado bruto menos despesas com vendas e administrativas. Dívida líquida: empréstimos menos caixa e aplicações.
- Preço-teto de Bazin: dividendo médio por ação dos últimos anos dividido por 6%.
- Preço justo de Graham: raiz quadrada de 22,5 × LPA × VPA (só com lucro e patrimônio positivos).
- Magic Number (FIIs): cotas necessárias para o rendimento de um mês comprar uma cota nova.
- Distância da máxima: quanto o preço atual está abaixo da maior cotação ajustada (histórica e de 52 semanas).
- Classificação de FIIs: pelo segmento e mandato informados pelo próprio fundo à CVM (papel, tijolo pelo segmento, ou híbrido).
Conferência
- Os indicadores de 30 ações e 30 FIIs são comparados com fontes públicas de referência; a concordância passa de 90%.
- Diferenças acontecem em bancos, seguradoras e empresas com mais de uma classe de ação, e quando um balanço é reapresentado.